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Delve para o Open Grave

Posted on Feb 26, 2010 in Bazar do Bizarro

explícito

Marcelo Dior e Felipe Mascarenhas abrem túmulos fétidos para trazer podridão à mesa de jogo com dois Encontros e um Skill Challenge de além-túmulo, usando o suplemento Open Grave.

Faixa de encerramento: «Bamm Diddley» de Woodfish, cortesia de Music Alley.

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7 Comments

  1. Cara muuuito bom o podcast! ^_^ Ficou muito massa a montagem dos encontros, as teorias de vocês e a forma como planejam o andamento do combate!

    Eu tenho "O guia de sobrevivência a Zumbis"! Ganhei de aniversario e recomendo a todos! Olha a resenha do Omelete aqui: http://www.omelete.com.br/game/100003513/O_guia_d

    Divertidissimo! (o livro e o podcast!)

  2. Ótimo podcast!
    Sobre o ultimo encontro tive algumas idéias. Lembra que vocês falaram do vilão "Skull Lord" estar realizando o ritual, eu imaginei que o próprio ritual podia acionar as armadilhas no corredor (Afinal o ritual começa a levantar os mortos e a armadilha são mortos agarrando os pés e talz), isso daria a pista aos jogadores sobre o que é o ritual e a importância de destruí-lo!
    Cada teste bem sucedido de pericia para desarmar o ritual podia também parar as armadilhas por algum tempo, dando ainda mais importância para o uso das pericias no combate.
    No mais acho que a idéia de vocês foi muito boa! Espero ouvir mais coisas boas desse podcast!

    • Muito boa a dica.

      Com eu disse no podcast, escolhi o skull lord para o encontro, unica e exclusivamente pela sua habilidade de levantar minios, isso deixa os minios com certeza mais interessantes. Pena que ele é um monstro fraco para um grupo por volta do nível 8. como a ideia era pegar as coisas mais ou menos prontas, resolvi não mexer muito nele, mas se fosse mexer, teria dado uma bombada nele. Acho que a ideia de colocar o ritual com a habilidade de levantar minions e armadilhas bem interessante, a cada sucesso, o poder do "terreno/sala" vai diminunindo.

  3. Caros ouvintes

    Como ficou o audio?
    Neste epsódio eu (e creio que o marcelo também) tentamos traduzir alguns termos do ingles para o PT para atender a todos os publicos.

    Todas as críticas e sugestões serão analisadas sempre pensando em melhorar o podcast!

  4. Pra mim o audio ficou ótimo.
    Deu pra entender tudo que vocês falaram e consegui ouvir as vozes até no transito caótico do Rio de Janeiro.

  5. O som está bom e o ritmo também.

    Deixar tudo em português eu acho sempre melhor, podiam falar com o Daniel do Rolando20 acho que ele tem um lista com as traduções… pelomenos eu peguei uma conversa cruzada no twitter do Daniel pedindo isso para o Otávio da Devir. rs

    Queria fazer um pedido, para vocês fazerem um episódio se baseando em um grupo de 1º nível..queria ver como fica um combate bem criativo para este nível.

  6. Sugestão anotada!

    Creio que dos grandes méritos (e talvez deméritos) da 4e foi tornar mais acessível todos os níveis. Na epoca do AD&D eu me recusa a jogar qualquer aventura que não fosse nível 3 para cima, pq senão é muito facil de morrer. Por outro lado o jogo deu uma pausterizada, tipo você sabe que vai acertar se rolar 15 ou mais e errar se tirar 7 ou menos, desde que esteja num encontro do seu nivel.

    Pra mim como mestre, mesmo quando uso aventuras prontas, a parte que mais me divirto é na criação da história da "genesi" do grupo. Fazer bem feito essa parte faz com que o grupo fique coeso e crie laços com a história e entre os proprios jogadores, na minha experiencia, aumenta muito a carga dramática da história contada. É claro que para aventuras de 1º nivel, contar a "genesi" é praticamente obrigatório.

Qual sua opinião? Comente!

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