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Guerra das Edições

Posted on Apr 23, 2010 in Channel 2

EditionWars

Marcelo discute neste Canal 2 algo que apenas um Goblin teria coragem de discutir: a guerra das edições! O Goblin, do blog e podcast Taverna do Goblin defende seu RPG favorito: a 3a. edição do D&D (e mesmo o AD&D) versus o RPG favorito do Marcelo, a 4a. edição do D&D!

Links citados:

• Taverna do Goblin (www.ogoblin.com.br)
• GoblinCast (ogoblin.com.br/category/podcast)
• Twitter do Goblin (twitter.com/tavernadogoblin)

Música de encerramento: “Airborn” de Alexandre Falcão. Cortesia de Music Alley.

Depois de ouvir, comente este episódio no TPK Brasil.

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10 Comments

  1. Bem legal a proposta!

    Pena que o áudio é do último episódio com o Daniel Anand.

  2. Marcelo… você colocou o audio certo? Eu fui ouvir e começou a discução sobre campanha do Daniel Anand…

  3. Marcelo… você upou o audio correto? Estou ouvindo aqui você e Daniel falando sobre campanhas…

  4. ??? Acho que o áudio está trocado…

  5. OOOOOOoooooops….! Coloquei o áudio errado.

    Está corrigido agora. Podem baixar novamente.

  6. Discussão bem interessante, preciso ouvir novamente com clama sem tantas interrupções que hoje no meu trabalho, me chamaram muito, o que normalmente não acontece, eu fico digitando pesquisando e ouvindo tranqüilo (ou vendo um grupo pequeno de alunos fazendo prova de outras pessoas, e como não posso ajudar, também tenho tempo de ler e ouvir (com fone claro) os Podcasts).
    Depois que ouvir novamente ou no fórum comentar.

  7. Céus!
    Eu gosto muito do Goblin, mas tem muita coisa que está estranha.
    Sobre a armadilha, EXISTE sim a regra de "Ver a armadilha", mas não existe a "rolagem de percepção" (Teste para ver a armadilha), é tudo baseado na sua percepção passiva.

    Isso quer dizer que um personagem com Percepção Passiva 12, irá notar mais facilmente uma armadilha, que um outro personagem com Percepção Passiva 6… Isso reflete um personagem distraído por exemplo.

    Sim, concordo que o D&D 4e é muito mais parecido com o D&D Grow que a terceira edição, a simplicidade das regras, unida a "mordernização" das mecânicas criou um sistema que é praticamente uma "brincadeira" e não um "sacrifício".

    Por isso eu acho tão interessante a nova edição.

  8. Marcelo,

    Em primeiro lugar, queria dizer que seus comentários no início do podcast foram muito bem colocados (embora eu não concorde com uma palavra do que você disse depois disso). he he he

    Sou entusiasta do AD&D 2a edição e tenho um recente "affair" com retroclones, especialmente com o Castles & Crusades -http://www.trolllord.com/cnc/index.html.

    Bem, pra levar adiante o debate, e colocar mais algum material para o próximo episódio da "Guerra das Edições", eu queria deixar aqui um comentário que fiz emhttp://dungeoncompendium.blogspot.com/2010/03/exc… em resposta à "falácia" de que os combates da 4a edição são mais dinâmicos.

    Abre aspas…

    Joguei a 4a edição desde o início de 2009 e dinâmica é uma coisa que ela não é.

    No afã de simplificar as regras (o que particularmente acredito que não foi bem sucedido) a Wizards terminou com um sistema de combate complicado, demorado e estéril.

    1) Complicado: Todos os personagens tem a possibilidade impor modificadores em adversários ou amigos, o que, como vimos pelas fotos do post, é uma droga de se manter. Sem os marcadores é impossível lembrar de todos os efeitos vigentes no combate (quantas vezes me peguei refazendo os cálculos da jogada depois que ela aconteceu só para verificar que eu errei em vez de acertar, ou vice-cersa). Com os marcadores, a cena é dantesca, todas as miniaturas carregando suas tralhas coloridas. Independentemente da escolha de usar ou não usar marcadores, o combate é trabalhoso.

    2) Demorado: Durante meus jogos, tudo seguia muito bem. Fazíamos nosso role-play, trilhávamos nosso caminho pelas planícies, etc e tal. Aí chegava a hora do combate. Miniaturas dispostas na mesa, todos de ficha na mão, obrigados pelo mestre a pensar na suas jogadas com uma rodada de antecedência (pra não atrasar o combate), cálculo de distâncias (em quadrados) para vermos se o efeito atinge o objetivo, bloodied, prone, e mais marcadores, healing surge, quantas ações meu personagem pode fazer mesmo? Ah, é uma Standard, uma Move e uma Minor…

    No final das contas, gastávamos mais tempo para desenvolver um combate do que com o resto de todas as outras coisas que acontecem na sessão. Sem falar que a cara dos jogadores denunciava o tédio do combate. Nossos jogos aconteciam às quintas, de 20hs às 23hs. E o que posso dizer é que a 4a edição demanda muito mais tempo do que míseras 3 horas. Em cada sessão, fazíamos um combate apenas, pra poder aproveitar o tempo.

    3) Estéril: Que diabos é um healing surge? Por quê um extended rest recupera todos os hit points dos personagens? O que explica o meu amigo Warlord gritar para mim "Ao combate!" e, de repente, a miniatura do meu personagem se mover um quadrado pra frente? Por quê, ó céus, os combates têm que ser balanceados??? E por quê um grupo normal é aquele que tem pelo menos um personagem de cada role?

    Todos esses recursos meio que sem explicação tiram do jogo aquela sensação de que algo pode dar errado, de que é melhor correr do que enfrentar um inimigo (isso por sinal eu nunca vi na 4a edição),

    Enfim, todos os objetivos propostos para a 4a edição já foram supridos por edições anteriores. E não me refiro a 3a, mas à 2a, à caixa preta, e aos diversos retroclones que pipocam por aí. Pra mim, a 4a edição é só uma estratégia da Wizards para continuar vendendo livros (e muitos, por sinal, já estamos no PHB 3! Afff).

    Continuando…

    Sobre o meu comentário anterior, especificamente quando eu digo que os artifícios da 4a edição "tiram do jogo aquela sensação de que algo pode dar errado, de que é melhor correr do que enfrentar um inimigo", achei um post muito interessante do RPG Blog II. Acho que é uma sensação partilhada por muitos.

    Segue o link: The Lost Art of Running Away -http://www.rpgblog2.com/2010/01/lost-art-of-runni

    Acredito que esse problema independe do sistema, tendo o mestre grande responsabilidade em não deixar que o jogo caminhe para essa "zona de conforto". Mas vejo que o balancemaneto de encontros e o foco em combate da 4a edição acabam estimulando esse tipo de situação.

    Fecha aspas…

    Bem Marcelo. Taí um resumo do que acredito ser a 4a edição. Espero ter contribuído para o debate e peço desculpas pelo comentário tão longo. Até o próximo episódio.

    Jorge Leandro

  9. Das edições do D&D, e joguei TODAS, inclusive a caixa preta da Grow, a melhor edição para mim é a 4e.

    Em termos de combate, a 3e e a 4e para mim são equivalentes em demora. No D&D 3e, as lutas começavam a demorar a partir do nível 10, e em níveis épicos era um terror. Mas no D&D 4e as lutas para mim começam a demorar desde o 1º nível, o controle de condições sobre os monstros e players são ainda maiores que os controles do D&D 3e.

    Eu simulei D&D 4e em nível épico, controlar as condições e efeitos demoram pacas. Fui ingênuo achando que o 4e era mais ágil que a 3e em combates, eles são parecidos.

    Lutas rápidas ? Mighty Blade RPG.

    Agora, sistema por sistema, prefiro sim a 4e, principalmente para o Mestre, é fácil criar encontros, desafios, etc. Eu só choro nos combates, pela demora. Talvez quando sair uma nova edição eles consigam regras nas quais os combates sejam mais rápidos, pois o D&D 3e e 4e falham nisso.

  10. Jorge Leandro,

    Sobre as lutas eu concordo com você, os combates demoram demais.

    Eu não gosto da idéia dos pulsos de cura, mas entendo que é uma abstração do jogo.

    Sobre os Roles, isso eu gosto no D&D 4e. Aliás, nos meus 15 anos como RPGista, foi a única edição de D&D na qual os jogadores realmente cooperam e jogam em grupo. Em AD&D e D&D 3e, os jogadores de TODOS os grupos que joguei ou assisti sessão eram individualistas demais e viviam querendo PvP. Em 4E isso sumiu!

    Sobre a Wizard estar, lançando vários livros, eu tenho dó da Wizards nesse ponto, pois TODOS os livros lançados de D&D 4e são ESMOLAS perto dos livros de AD&D em termos de quantidade. Você está mal informado, a edição de D&D que mais teve livros foi o AD&D com seus mais …. PASME …. mais de 700 livros!!

    Então, a Wizard of The Coast nem enconsta na TSR da epóca do AD&D, com seus mais de 700 Livros. A WotC não lança muitos livros, pois o AD&D da TSR humilha a WotC quando o assunto é volume de livros.

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