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Jogos independentes

Posted on May 20, 2011 in Channel 2

mouseguard

Marcelo recebe Tchelo Pascon para divulgar o projeto Garagem RPG e discutir o que é RPG ‘indie’ (independente) e o que não é RPG ‘mainstream’.

03:49 Mensagem do patrocinador.
04:30 Origem do Garagem RPG.
15:14 Definindo ‘indie’.
28:33 Enxertando mecânicas ‘indie’ em jogos ‘mainstream’.
32:10 Simplicidade versus complexidade.
40:07 Qual sistema o Tchelo usaria para ensinar RPG?
41:15 Que livro de RPG o Tchelo levaria para uma ilha deserta?
41:54 Encerramento.

Links citados:

Garagem RPG.
Portal RPG Planet.
• Envie textos para o RPG Planet! rpgplanet@rpgplanet.com.br
O fim da edição “revised” do Burning Wheel.
Hashtag DirtyDMFacts no Twitter.
A ficha de personagem é uma carta de amor ao DM.

Musak (música de elevador): “The Girl From Ipanema” por Lex Vandyke.

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3 Comments

  1. ah! Achei. O domínio está cadastrado na Evon, empresa de hospedagem do casal Taulukko!

    O RPG-Planet também está hospedado lá.
    Perdi XP com os amigos. rsrs

    Agradeço o convite!
    abs

  2. Gostei muito do cast. Um bate-papo sobre assuntos RPGisticos, tipo “lado B”, sempre é bem vindo enquanto estamos no trânsito. Fiquei mais surpreso ainda por ter notado que o tema tinha alguma inspiração na sugestão que eu mesmo havia dado outro dia, por meio do twitter do Pensotopia.
    Parabéns pelo trabalho!

  3. Episódio interessante. Realmente a discussão sobre a definição do que é o RPG Indie é um pouco frustrante pois é um termo pouco claro e ambíguo.

    Na América (e um pouco também por cá em Portugal até há pouco tempo) o termo é bastante conotado com a comunidade The Forge fundada pelo Ron Edwards e a filosofia de design do “System Matters”.

    Por outro lado a ideia de o jogo ser “autoral” e tentar quebrar com as convenções dos produtos mais comerciais também lhe está associada.

    Eu principalmente gostava de voltar a reforçar essa opinião de que nem todos os “indie” são simplistas mas sim bastante focados numa experiência restrita de jogo. O que lhes realmente retira alguma duração de jogo quanto a um dado arco de história mas não propriamente a sua “rejogabilidade”.

    Além do mais existem bastantes jogos posteriores a esta hipotética leva de primeiros jogos “indie” mais dignos de nota que reutilizaram rotineiramente algumas das novas mecânicas que fizeram algum sucesso tais como ausência de MJ (eu diria mais que são jogos onde “todos são MJs”!), negociação de “stakes” e resolução de conflitos. Ora se deixaram de inovar será que ainda são “indie” nesse sentido? :)

Qual sua opinião? Comente!

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