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AD&D

Posted on Apr 28, 2011 in Dimensão 7

Ranieri Mattos e Ulisses Dardon debatem o clássico AD&D e a “regra de ouro” do old-school: o bom senso.

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Ficha personalizada usada pelo grupo.


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13 Comments

  1. Aconselho vocês estudarem a pauta antes de iniciarem a gravação. Os casters não transpareceram conhecer do assunto e suas opiniões eram paradoxais, na tentativa de não transparecer uma opinião formada, o que aconteceu já nos casts anteriores.

    Mais sorte na próxima.

    • Na verdade, existe sim uma opinião formada e não havia a intenção de escondê-la em nenhum momento. Mais sorte no próximo comentário.

  2. Céus!
    Porque me chamarem aqui novamente?
    D&D 4e é o D&D que mais incentiva o roleplay (regras para desafios sociais, regras para XP por interpretação, regras, regras, regras).

    Só porque o D&D 4e tem regras para ajudar e simplificar o trabalho do mestre vocês reclamam? Céus! Não se precisa (como no AD&D) ficar bolando formas de premiar um jogador por ter completado a missão do rei, pois temos regras de Missões…

    Dizer que D&D 4e ficou Final Fantasy é completamente desnecessário. Por favor pessoal, tenham um mínimo de consenso, FLAME é PROBLEMA!

    Na terceira edição, no quinto nível, o personagem tem duas bases de ataque (pelo menos o Guerreiro, Barbaro…), isso quer dizer que ele poderia fazer o “um ataque giratório” (apenas na descrição), e acertar dois deles, um com o BBA total e outro com o BBA-5, usando suas duas bases.

    O terceiro ainda está fora de seu alcance de treinamento para poder realizar esse golpe. Vale lembrar que o talento Golpe Giratório permite realizar UM ataque em cada inimigo adjacente SEM perder nenhum bônus.

    Somente um pouco de imaginação e pronto. Um Monge por exemplo poderia acertar os três alvos com um unico “ataque giratório” usando seu bordão por exemplo, e isso sem precisar ficar imaginando regras, apenas usando o que já se tem.

    Ou seja argumento falho, fraco e tendencioso NOVAMENTE. Céus, precisam mesmo ficar nessa de provocar o Flamewar?

    Nunca viu jogador pegar talento para criar item mágico? Tem algo errado, isso era a coisa mais roubada, a melhor maneira de fazer um Bom Combo é justamente escolhendo seus itens mágicos, e a um custo de p.o. rídiculo e um XP mínimo.

    Acho que vocês jogavam com pessoas bem estranhas, hein? Sobre você querer talentos para ajudar sua divindade, pensa da seguinte forma: “Se eu não sou um bom combatente (e D&D é focado em combate), você atrasa o grupo como um todo, se você atrasa o grupo, o mestre precisa despender mais tempo preparando coisas secundárias para você e isso atrasa a campanha como um todo”. Pensa nisso.

    Novamente falando do que não sabe, D&D 4e tem um equilíbrio muito útil, e NÃO SÃO TODAS AS CLASSES IGUAIS. Parece uma criança que viu seu desenho ter o dublador trocado, ainda é D&D, está refinado, é mais prático e simples, e equilibrado. Um maguinho no primeiro nível tem habilidades de dano em área (sua função é essa), enquanto o Guerreiro tem habilidades para impedir os movimentos dos inimigos, o Ladrão tem habilidades para causar mais dano em um unico alvo. Isso estou falando de combate, fora de combate é outra história: o Mago tem capacidades de rituais (que são quase todas as magias apelonas da terceira edicão), o Guerreiro tem mais pulsos de cura então fica se “remendando” (usando ervas, ataduras e afins), o Ladino é um mestre em quantidades de perícias (como sempre) e é um “Espião” e tanto.

    Cartões de poderes é um opcional. Quando jogava na terceira edição com conjurador eu tinha uma ficha só para as magias que era a mesma coisa que os cartões de poderes, no AD&D fazia o mesmo (só que tinha acesso a menos magias). Isso que eu tinha uma ficha na terceira só para talentos, assim tinha o acesso rapido as informações que precisava.

    Céus! Céus! Céus! D&D 4e tem apego as regras de tabuleiro, um retorno as origens do D&D, mas dizer que ele é um “videogame de papel”, você está pegando pesado, e sendo AO EXTREMO DE TENDENCIOSO. Falar do que não se sabe é chato, e mostra ignorância, já que teve oportunidade de aprender e decidiu ficar fazendo Flame. Estão pecando legal com isso, hein?

    D&D 4e não funciona na mesa? Então me explica as vendas e a quantidade monstruosa de novos jogadores. Organizo eventos aqui na região e temos uma quantidade massiva de novos jogadores só por causa do D&D 4e, poucos são os que veem por causa da terceira edição (pois acham complicado demais).

    Obs.: Eu não acho D&D terceira complicado, eu acho simples, complicado é RoleMaster ou Hero System que tem regras massivas e cheias de pequenos detalhes.

    Puxa, GURPS não. Certo, já viram o sistema para cavar buraco na quarta edição? Não certo. Porque é só para fazer a piada, pelo menos façam a piada atualizada, falem das colisões entre veículos que é a regra estranha do GURPS 4e, ou melhor, NÃO FALEM.

    Só finalizando, Achei o podcast tendencioso, NOVAMENTE. Só que não irei retornar aqui, a não ser que seja indicado num futuro por vocês não serem mais tendenciosos. Isso é chato, eu mesmo que sou um cara tendencioso estou aprendendo lentamente a não cometer esses erros. Espero que vocês num futuro não muito distante olhem para esse epsódio e entendam o erro que cometeram, pois assim como eu, outros podem ter se ofendido, e podem não estar mais voltando, a diferença é que eu ainda sou amigável o suficiente para avisar seus erros.

    Um abraço.

    • Antes de tudo, minha intenção não é reviver a Edition War. Até por que tenho e jogo todas as versões das Masmorras e Dragões. O que vocês escutarão no cast, de fato, são MINHAS opiniões. Para o Shin darei uma resposta bem didática:

      Céus!
      Porque me chamarem aqui novamente?
      D&D 4e é o D&D que mais incentiva o roleplay (regras para desafios sociais, regras para XP por interpretação, regras, regras, regras).

      Resposta: Céus! Não te chamaram aqui. Você deve ter ficado muito interessado e acabou escutando o episódio.

      Só porque o D&D 4e tem regras para ajudar e simplificar o trabalho do mestre vocês reclamam? Céus! Não se precisa (como no AD&D) ficar bolando formas de premiar um jogador por ter completado a missão do rei, pois temos regras de Missões…

      Resposta: Sim, EU acho melhor ficar bolando regras para premiação de XP do que usar receitas de bolo.

      Dizer que D&D 4e ficou Final Fantasy é completamente desnecessário. Por favor pessoal, tenham um mínimo de consenso, FLAME é PROBLEMA!

      Resposta: Como assim desnecessário? Essa é MINHA opinião, cara. Os poderes com “gatilho: levar porrada” ficou bastante LIMIT BREAK na minha visão. Se gosta tanto de D&D 4ª edição, jogue FINAL FANTASY (principalmente o 7) que você verá que é igualzinho.

      Na terceira edição, no quinto nível, o personagem tem duas bases de ataque (pelo menos o Guerreiro, Barbaro…), isso quer dizer que ele poderia fazer o “um ataque giratório” (apenas na descrição), e acertar dois deles, um com o BBA total e outro com o BBA-5, usando suas duas bases. O terceiro ainda está fora de seu alcance de treinamento para poder realizar esse golpe. Vale lembrar que o talento Golpe Giratório permite realizar UM ataque em cada inimigo adjacente SEM perder nenhum bônus. Somente um pouco de imaginação e pronto. Um Monge por exemplo poderia acertar os três alvos com um unico “ataque giratório” usando seu bordão por exemplo, e isso sem precisar ficar imaginando regras, apenas usando o que já se tem.

      Resposta: Eu sei disso. E nenhum dos seus exemplos resume ou substitui a idéia que eu queria passar e comentei no episódio.

      Ou seja argumento falho, fraco e tendencioso NOVAMENTE.

      Resposta: falho, fraco e tendencioso? Por que não concordo com você? Faltou perceber que de fato, eram minhas opiniões no episódio. Você não é obrigado a concordar e nem a ouvir o podcast.

      Nunca viu jogador pegar talento para criar item mágico?
      Tem algo errado, isso era a coisa mais roubada, a melhor maneira de fazer um Bom Combo é justamente escolhendo seus item mágico, e a um custo de PO rídiculo e um XP mínimo.
      Resposta: eu encorajo construir itens mágicos através de interpretação. Veja que na sua mesa não. Apenas nos divertimos de formas diferentes…

      Acho que você jogava com pessoas bem estranhas hein?
      Resposta: Eu acho que você joga apenas com advogados de regras.

      Sobre você querer talentos para ajudar sua divindade, pensa da seguinte forma:

      “Se eu não sou um bom combatente (e D&D é focado em combate), você atrasa o grupo como um todo, se você atrasa o grupo, o mestre precisa despender mais tempo preparando coisas secundárias para você e isso atrasa a campanha como um todo”

      Resposta: Desculpe, não entendi nada o que falou aqui…

      Novamente falando do que não sabe,
      D&D 4e tem um equilíbrio muito útil, e NÃO SÃO TODAS AS CLASSES IGUAIS. Parece uma criança que viu seu desenho ter o dublador trocado, ainda é D&D, está refinado, é mais prático e simples, e equilibrado.

      Resposta: NOVAMENTE, essa é minha opinião. O que via nas mesas eram poderes (não iguais, mas bem “equivalentes”, como dito no episódio) e jogadores perdidos com 12 ou mais cards de poderes demorando pra decidir o que usar. Isso pra mim é perda de tempo… como disse as classes estão equilibradas. Eu acho que até demais. E não entendi o lance de “equilíbrio útil” que citou… útil pra que e pra quem?

      Um maguinho no primeiro nível tem habilidades de dano em área (sua função é essa), enquanto o Guerreiro tem habilidades para impedir os movimentos dos inimigos, o Ladrão tem habilidades para causar mais dano em um unico alvo.

      Resposta: esse é coração das criticas à 4ª edição. A função do maguinho não é mandar pequenos poderes numa área e sim “mandar as escassas magias na cara dos inimigos rezando para não acertar as aliados” a do guerreiro não é impedir os movimentos dos inimigos e sim “bater nos inimigos até eles morrerem” e a do ladrão não é causar mais dano em um único alvo e sim “esgueirar, espionar e se tiver sorte dar um backstab em alguém (De preferência num adversário…) Fora do combate fica a cargo do jogador mesmo, não entendi porque você deu mais “receitas de bolo”…

      Cartões de poderes é um opcional. Quando jogava na terceira edição com conjurador eu tinha uma ficha só para as magias que era a mesma coisa que os cartões de poderes, no AD&D fazia o mesmo (só que tinha acesso a menos magias).

      Resposta: não. Cartões de combate não são opcionais na 4ª edição. Se não tiver eles, ao invés de demorar 20 minutos escolhendo a manobra, passam-se 40 fazendo isso. São toneladas de regras e peculiaridades de cada poder… Parece que tem jogado pouco a 4ª edição…

      Céus! Céus! Céus!
      D&D 4e tem apego as regras de tabuleiro, um retorno as origens do D&D, mas dizer que ele é um “Vídeo Game de Papel”, você está pegando pesado, e sendo AO EXTREMO DE TENDENCIOSO.

      Resposta: Céus! Céus! Céus! Não critiquei usar tabuleiro. Eu adoro verdade. O problema é que agora é bem mais demorado utilizá-lo, mas é minha opinião, novamente. Seus combates na 4ª edição devem ser velozes por que você é muito bom… E parece que você não entendeu a proposta do Dimensão 7 desde o “piloto”. Cada tema será tendencioso, cara. Não sou pago por manter postura jornalística e nem é a intenção Acho que você apenas gosta de dizer a palavra TENDENCIOSO.

      D&D 4e não funciona na mesa?
      Então me explica as vendas e a quantidade monstruosa de novos jogadores. Organizo eventos aqui na região e temos uma quantidade massiva de novos jogadores só por causa do D&D 4e, poucos são os que veem por causa da terceira edição (pois acham complicado demais)

      Resposta: Eu tenho 90% dos livros lançados para a 4ª edição. Em nenhum momento falei que é um fracasso. Você está inventando isso. E mantenho a mesma afirmativa que fiz no episódio: “O novo sistema funcionará perfeitamente num jogo eletrônico (pois a plataforma fará os ajustes por você). Na mesa perdesse um tempo precioso com eles.

      Puxa,
      Gurps não.
      Certo, já viram o sistema para cavar buraco na quarta edição? Não certo. Porque é só para fazer a piada, pelo menos façam a piada atualizada, falem das colisões entre veículos que é a regra estranha do Gurps 4e, ou melhor NÃO FALEM.

      Resposta: quem fez a piada foi o Ulisses e não eu. Peço que aguarde o feedback dele. Aliás, essa regra era um charme mesmo…

      Só finalizando,
      Achei o podcast tendencioso, NOVAMENTE.
      Só que não irei retornar aqui, a não ser que seja indicado num futuro por vocês não serem mais tendenciosos. Isso é chato, eu mesmo que sou um cara tendencioso estou aprendendo lentamente a não cometer esses erros.

      Resposta: é tendencioso sim. E será a cada episódio. Parece que você não gostou idéia original do podcast. Repito: você não é obrigado a escutar o Dimensão 7 por que você está se tornando uma pessoa muito boa.

      Espero que vocês num futuro não muito distante olhem para esse episódio e entendam o erro que cometeram, pois assim como eu, outros podem ter se ofendido, e podem não estar mais voltando, a diferença é que eu ainda sou amigável o suficiente para avisar seus erros.

      Resposta: não vi nenhum erro, além do som que ficou abafado devido o ventilador que coloquei na minha cara. Você está confundindo opinião com erro e isso é bem amador e infantil na verdade … logo você que estava se tornando uma pessoa tão boa… e não entendi mesmo porque você ficou ofendido…rsrsr…cada uma…

      Então é isso, abraço e uma pena que não gostou do episódio, na verdade, parece que você nem escutou ou entendeu o tema…

      Céus! Céus! Céus!

    • Fala, Shin,

      Vi que você ficou muito chateado com o cast, bem peço que não fique, são opniões, mesmo que você não concorde, mas temos gostos parecidos.

      Talvez eu não tenha conseguido passar o que queria, mas veja este site: http://d3system.com.br/videogamedepapel/

      Eu sei que você já leu, mas o que concordo sobre este site é que D&D 4e tem influência de video games. Não digo que é ruim, mas é uma opinião que tenho baseado no meu gosto.

      Como foi dito no site, “Darwin é isso”, ou seja, uma proposta para pegar um público e foi isso que aconteceu. Não vejo mal nisso, mas foi uma tática da Wizard.

      Espero que mesmo tendo opiniões diferentes, possa te dar uma visão diferente sobre isso tudo.

      Um abraço e até a proxima.

  3. Cara, aposto que Shin veio de Shin Gouki… mas enfim. O que mais me irrita em RPGs atuais, realmente, é o castelo de regras que eles montam, e esquecem com muita força das boas histórias, e já deixo bem claro que D&D pra mim é Caverna do Dragão.

    Shin, pra mim (ou seja, na minha opinião) prender-se a regras é insultar seu poder de criação. Existem muitas regras boas, e muitas outras que atrapalham o jogo todo, é igual a sistema de cotas em universidade, os malacos usam pra benefício próprio, pouco se fodendo pro jogo em si, ele só quer que o personagem dele seja igual ao Cloud ou algo que o valha, e cabe ao Mestre foder com esse babaca alterando as regras o simplesmente banindo as regras toscas (ou matando o cara quando ele cai num buraco — by Martinho, O Barba Tosca).

    Outra coisa, prender-se às regras torna os RPGS igual a videogames escrotos e muito chatos. E mais, mostra que você está conectadíssimo da Matrix e não consegue nem enxergar um palmo à sua frente.

    Enfim, gostei muito desse episódio porque sou defensor dos RPGs antigos, onde a graça era morrer em combate, e não se tornar invencível. (Contra jogadores do tipo Lucas, O Grande, que atribulam o Mestre e causam pânico aos outros jogadores, deliciando-se nas regras falhas dos tolos mortais, “todo castelo de regras está fadado ao fracasso” — by Fabrício, o Advogado Louco).

    • rsrsr…sem comentários. Muito bom!!!

  4. Não sei exatamente por onde começar, porém, não sei não. Fui ler os comentários para ver como anda a recepção do episódio, mas sei de algo muito simples: a briga suscitada ali em cima e a consequente resposta não foram boas o suficiente, em forma de motivação, para me alegrar a ver o tema. Isso porque eu estava realmente animado, mas esse arranca-rabo foi desmotivador, desculpem. Os dois mesmo: eu estava interessado e vejo que houve um atrito bem sério entre visões, sendo que tanto a crítica quanto o rebate não foram nada significativos em termos de um conseno. A atitude demonstrada e a discussão, por mais que o podcast seja interessante, foram desmotivadoras. Um crítica dessas não deveria ser feita por e-mail, assim como a resposta, para as pessoas não terem que absorver lixo psicológico?

    Desculpem, mas foi muito muito chato ter de acompanhar o atrito entre os dois e os ânimos exaltados. Limpa-se a casa dos ares na privacidade e não com a porta aberta.

    Ainda espero ouvir o poscast para avaliar, mas realmente foi um baque ter de entrar no site e ver essa sutura exposta. Uma coisa muito chata para quem vem de vez em quando aqui atrás de algum material significativo. Ainda mais com esse tema, que pode ser saudosista até, mas não sei se o intuito foi criar guerra das edições. Ao meu ver, ela sempre vai existir e sempre vai retornar, mas isso é apenas minha opinião.

    Desejo sorte para vocês, mas tem hora que prefiro nem ler os comentários em certos pontos por casua desse tipo de atrito. Poderiam criar uma sessão de caneladas ou de e-mails de reclamação. Se o garoto quer bocar a boca no trombone e lavar roupa suja, deixem, mas não precisa provocar também.

    É isso, pessoas.

    Fui.

  5. Olá todos, li todos os comentários e críticas, devo dizer que foram bem aceitas, mesmo que um se sentiu ofendido pelo comentário.

    
Ah, sobre a piada de GURPS, achei tão original, hahahaha! Bem, pra falar a verdade, gosto de GURPS, gosto de D&D, gosto muito de RPG. A proposta era dar uma opinião sobre o D&D, desde o seu começo até ao quarta edição. É claro que para muitos a 4e satisfaz todas as vontades que queiram fazer no momento do jogo, não digo que isto é errado, se quer jogar e se divertir assim, então seja felizes.

    
Mas, pra mim, o D&D quarta edição parece muito Final Fantasy, é maneiro, muitas coisas, é legal pra ter uma distração, mas digamos que o grupo queira jogar uma fantasia medieval onde tenham objetivo de representar os personagens com toda sua magnitude, do tipo representar as coisas que gostam, coisas como romance, colocando de forma realista e humana as características do personagem. É claro que o quarta dá pra fazer isso, mas colocando combos maceteiros a aventura se tornará do tipo video game, era isso que estava querendo falar, que pra mim acho desinteressante. Já vi pessoas que ficam pensando várias vezes em como colocar o personagem poderoso, do tipo aumentando sua força, tendo um objeto mágico ultra-mega-foderoso, mas também vi pessoas querendo buscar formas de deixar seu personagem muito mais interessante que condiz com sua história, um exemplo pra isso é achar um item mágico de ressurreição para ajudar uma pessoa querida que estava morta.

    
Sei que cada grupo tem sua característica própria de jogo, eu particularmente me divirto representando dessa forma, claro que já joguei de forma maceteira, não foi só uma vez, mas várias vezes, mas percebi que sempre fazia isso os personagens ficavam muito parecidos, ou seja, guerreiros ultra-mega-fortes. Então procurei fazer personagens que tivessem peculiaridades que ajudavam a enriquecer as aventuras.

    
Pra mim, a quarta edição tem suporte para jogadores que queiram jogar de forma ultra-mega-foderosa, do tipo matar com uma porrada só, ou com uma mágica poderosíssima, mas esquecem que representar é melhor do que matar, pilhar e destruir.

    Já joguei aventuras em que conseguia concluir a missão sem precisar entrar num combate, só na representação. Claro que para muitos talvez isso não seja o seu desejo de jogo, mas se algum jogador quiser jogar dessa forma, porque então não pode? Claro que pode e digo mais, dá pra fazer isso em qualquer tipo de sistema. Para que isso aconteça, deve ser de comum acordo com o grupo.

    Outra coisa, o Mestre não é e nem pode ser babá, do tipo o cara só serve para satisfazer a vontade do jogador.

    
Espero que eu tenha contribuído para comunidade rpgista, colocando meu ponto de vista. Se não foi bem aceito, peço que pelo menos me compreendam.

  6. Sim, concordo com o Marcelo Dior, mas o que queria passar é que pra mim eu curto mais representação e, sobre o estilo de jogo, se é prazeroso para o grupo, se o grupo quer combate, tudo bem; se quer representação tudo bem também.
    Prometo melhorar na próxima.
    Valeu a dica, Dior, gostei do seus comentários.

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