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9 Comments

  1. Muito obrigado ,se não fosse por você eu não teria o privilegio de conheçer mas dessa artista incrivel .

    • Tranquilo, Wallace. Que bom que gostou. O objetivo desse podcast de fato é trazer coisas que merecem uma melhor avaliação ou que já estão “nebulosas”. Abraço.

  2. Há… Gostei pra caramba desse episódio, eu comecei a ouvir as escuras sem ter noção de quem era kate Bush e agora já me sinto introduzido (ui) a cantora.
    Estou a algumas horas ouvindo músicas dela do youtube e tenho que concordar que ela é fantástica, mas, faz parte do meu papel de ouvindo discordar de vocês quando falam que a versão de Rocket man dela é melhor do que a do Elton John.
    Falando nisso a melhor versão mesmo é a do Stewie Griffin kkkkk

  3. Que legal! Muito bom conhecer essa incrível artista. :)
    Valeu gente!
    Muito bom Rani e Roberta.

  4. Wuthering Heights, foi a primeira musica dela, eu escutei na epoca do lançamento em 1978, na epoca arrebentou principalmente quando aparecia num comencial com uma asa delta muito linda, me apaixonei de cara, passei a comprar tudo sobre ela, hoje tenho varios lps da kate bush, e continua sendo muito querida por mim, é uma pena nao vir aqui no Brasil, pois serei o primeiro da fila, Kate te AMO muito!!!!

  5. Olá para todos! ^^

    Bem, eu entrei de férias no início do mês e como tinha muuuiito tempo livre, tomei a liberdade de ouvir muitos discos da Kate Bush. Rodei os cinco primeiros álbuns cronologicamente e acabei notando algo curioso– a mudança na voz. Não é preciso ser um ninja pra sacar que ocorre uma mudança significativa na maneira que ela canta. Muitos devem ter notado, mas só queria saber a opinião de alguém.

    Nos dois primeiros álbuns, The The Kick Inside (1978) e Lionheart (1978), ela ainda usa muito daquela voz fininha marcante, fazendo altas paradas pra usá-la como um instrumento e contar a história da música, como foi falado no podcast. Aí, pra mim, rola uma faze de transição que permeia em Never For Never (1980) e The Dreaming (1982), onde ela ainda faz um uso dessa voz característica, mas com muito mais uso da “voz de cantora normal”, como foi exemplificado pela Roberta. Até que vem o Hounds Of Love (1985), onde essa mudança fica bem mais marcada.

    Aí vai uma pequena comparação -> Kate Bush em 1978 e Kate Bush em 1985.

    http://www.youtube.com/watch?v=udLOPLhUiJo

    http://www.youtube.com/watch?v=wp43OdtAAkM

    Acham que é uma mudança puramente estética, algo como um amadurecimento da sua obra (o que acho muito provável), ou ela simplesmente não consegue atingir o nível de voz de antes?

    Acredito ser muito difícil manter uma voz tão fina e bem trabalhada como a dela, principalmente durante muitos anos (creio que se a própria Janis Joplin tivesse vivido só mais uns três ou dois anos, ela pararia de cantar!).

    Se for o caso de não conseguir reproduzir esse primeiro canto (o que não tira a beleza da voz normal), ela fez bem em não forçar, já que muitos artistas acabam não reconhecendo certos limites e acabam produzindo um péssimo material.

    Só queria compartilhar esse esquema com todos, apesar de parecer algo grande e comprometedor para a Kate Bush, auhsuashauhs. Depois desse podcast fiquei muuuito encantado com ela, aí resolvi postar aqui, xD.

    Até mais e um abraço.

    Continuem sempre!

    • Boa tarde, André. Estava sumido dos comentários, hein?! Bom, de fato, é notório a forma que a Kate trabalha a voz. Confesso que nunca notei essa diferença entre CDs, mas sim entre as músicas dependendo do que ela queria cantar/contar. Mas de fato, existe sim essa modificação. Acredito até mesmo que ela foi ficando mais à vontade com a própria voz e brincando cada vez mais e como disse, amadurecendo como artista. Você citou a Janis Joplin, e concordo com você acho que as drogas, bebida e cigarros teriam acabado com a voz dela (no final acabou não só com a voz, mas com própria vida dela). Uma pena. outra grande artista que merece até um podcast mais pra frente. Forte abraço.

    • Realmente ela usa diferentes trabalhos de voz, acredito que a “voz fininha” na verdade é um falsete, é muito mais técnica do que alcance, voz bonita é diferente de técnica bem maestrada, para cantar num coral, por exemplo, técnica é muito mais importante, a Kate tem os dois. Acredito que talvez deixar o falsete tenha realmente sido mais uma opção do que limitação, mas concordo que é difícil manter o mesmo nível de voz por muito tempo. Como a própria Kate confessou em entrevisatas Lionheart é o trabalho do qual menos se orgulha em termos de som, e o falsete deste trabalho é quase nulo…no entanto perfeccionista como é, ela procura fazer a voz somar na música como um todo e não aparecer demais na melodia, como é o caso de cantoras intensas como Mariahs e Celines…sua voz é um instrumento que deve completar a obra, portanto creio que ela trabalha a voz conforme julga coerente dentro da música.
      Que bom que você ouviu os CDs André, e obrigada pelas opiniões, Running up that hill já salvou minha vida várias vezes, então sei como uma boa música pode ajudar… muito obrigada pelos comentários sempre relevantes e cheios de atenção sobre o tema, é o que nos dá vontade de continuar no Terceira Terra. Abraços.

  6. Valeu, Marcelo. A versão do clipe da dungeon é a que mais gosto também. Forte abraço e obrigado por ter escutado.

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