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A guerra das edições, parte 1

Posted on Sep 19, 2011 in DMs' Dirty Talk

Dragon_fight_by_latent_talent

« Ilustração: “Dragon fight” por latent-talent

Depois de passar férias no Caribe e hibernar dias inteiros sem fazer absolutamente nada, na mais santa paz, Márcio Fiorito finalmente se dignou a editar o papo que rolou entre Ian Ricardo, Paladino San, DocBrownBR, Mendigo e Paulo Antunes (é, aquele do Godmode!). Falamos sobre todas as edições do D&D (e de alguns outros RPGs) da forma mais suja possível. Aproveite para saber quem é o mais imundo dos Dirty DMs: Mendigo ou Paulo Antunes!

ATENÇÃO: Palavrões à vontade! Estejam avisados.

00:00 – Disclaimer, Introdução, Apresentação e Imundícies;
18:12 – Guerra das Edições e D&D Original;
32:48 – AD&D, Segunda Edição, Nerds Brasileiros e True Nerds;
45:50 – Sistema de jogo e histórias de AD&D;
55:36 – Vampiro, a Máscara, e jogar aos 15 anos;
01:13:48 – Cthulhu, To Be Continued e Encerramento.

Música de Abertura: “Dirty” (Black Math Experiment). Música de Encerramento: “Clan War” (Dr. Awkward). Efeitos Sonoros via Freesound.org.

Nota: Todas as músicas usadas integralmente ou em grandes trechos são podsafe via MusicAlley.

Nota 2: Quaisquer vinhetas utilizadas neste podcast têm apenas a intenção de fazer piada e não têm o objetivo de infringir nenhum direito autoral de seus detentores.

Links:

facebook.com/dmsdirtytalk
godirty@terceiraterra.com

DMs’ Dirty Talk episódio 13.

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13 Comments

  1. @#$%@#% FInalmente saiu essa Bagaça !!!
    Realmente a erva daninha dirty nunca vai acabar, vlw o podcast.

  2. O bom Dirty DM sabe muito bem como o jogo vai terminar: TPK.

    O que os PCs podem fazer é postergar isso ao máximo! :)

  3. Fala, Danyaell!

    Cara, na maior parte das vezes, eu gosto de campanhas sérias e sou um DM justo. Na verdade, antigamente eu era um DM praticamente esterilizado! Tanto que meus jogadores PEDIRAM que eu fosse mais malvado.

    Mas nossa imundície aqui no podcast é quase “filosófica”! Quem não tem vontade de detonar um PC chato ou ver o grupo se desesperando diante de uma aventura perigosa? :D

  4. Concordo com o Marcelo sobre isso kkkkkkkkkkkk

  5. Me sinto sujo…

  6. Po! Ai sim heim!

    E eu achando que vocês tinham morrido ou que os direitos tinham sido comprados pela globo rs

    parabéns por mais um podcast bom pra cara***

    Espero que nunca parem!

  7. Porra, esse episódio estava totalmente excelente. Mal posso aguardar pela continuação!

    Realmente, as comparações das edições é foda. A criação de personagens do D&D da Grow era horrível. A 2ª edição tinha coisas muito bizarras, embora eu não tenha jogado tanto. A 3ª edição, eu nem suporto mais sequer ver a ficha dos NPCs — era MUITA conta pra fazer pra construir um simples personagem (o livro dizia que ficha completa o DM só fizesse se o personagem fosse ficar recorrente!). Os itens mágicos da 4ª edição são meu maior empecilho pr’aquela bagaça: praticamente todo item mágico precisa de uma ficha de poder para ser compreendido.

    E o pior de tudo é que todas as edições brilhavam nos meus sonhos molhados de Mestre. Eu sempre quiz todas e joguei o máximo que podia.

    É muita zoação, mas me divirto muito. Um grandioso abraço.

    Ivanildo Junior
    Olinda-PE, 33 anos

  8. Galera, vocês são foda! Quando eu vejo tantos comments assim num post do DMDT, aí é que me dá vontade de publicar mais, mesmo com as longas horas editando (parece que não tem edição, mas tem).

    Valeu pela audiência!

    Seus imundos… :)

    Abraços,
    Márcio Fiorito

  9. A 4a edição é minha edição favorita e acho que ela precisava de uma solução para o enorme book keeping como o Rafael alega, mas eu sou realmente uma das pessoas que não curtiu o Essentials. O que eu sempre digo é que esse é o MEU ponto de vista. Na parte 2, a gente vai falar bastante de Essentials e das (pasmem!) vantagens dele. :)

    Acho que são discussões separadas. Uma é o gosto pessoal (que no meu caso, é contrária ao Essentials), outra é analisar o que o Essentials evoluiu em cima do D&D.

    (Apesar da compatibilidade – sim é compatível! – acho que a filosofia por trás do design da 4e mudou, na tentativa de agradar o público que ficou preso na 3.X).

    Mas em relação à administração da Wizards, minha opinião não é nada boa. Eles conseguiram desestimular a mim e mais um enorme número de jogadores a praticamente abandonar a compra de novos produtos. Em contrapartida, não vejo nenhuma enxurrada de novos jogadores para o D&D. Se isso não é administrar mal uma marca, eu não sei o que é! :)

    Mas só pra manter a imundície, como disse o Mendigo: “Não pode chorar, não pode fazer bico, não pode fingir que a conexão caiu…” :D

  10. Tabris, vc está quebrando as regras… Está chorando e fazendo bico! Só falta fingir que a conexão caiu! Hahahahaha :)

    Mas falando sério, meu argumento é a minha opinião. É tão apaixonado e parcial quanto o seu. Não quero que ninguém abandone o Pathfinder pra se juntar à 4e, mas o contrário não parece ocorrer com os fãs da Paizo. Fico com a impressão de que querem me “convencer” que o Pathfinder é bom, como se isso fosse uma questão de lógica e não de gosto.

    Mas, cara, espere a parte 2 pra ver o que eu falo da Paizo antes de sair em defesa da empresa. Só lembrando, a parte 2 foi gravada na mesma hora da parte 1, então vc vai poder atestar o que disse lááááá atrás.

    E tome polêmica! Batendo recorde de comments! Hehehehehe :)

  11. Contribuindo para a flamewar

    AD&D > 3.5 > 0dnd > Essentilas > 4e

    Para quem matou a aula de matemativa “>” significa “maior (ou melhor) que”

Qual sua opinião? Comente!

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