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Review: Urban Shadows

Posted on Nov 28, 2017 in Escudo do Mestre

“Marque corrupção”

 

Vampiros.

Lobisomens.

Magos.

Espectros.

Caçadores.

 

Onde nós já vimos isso tudo mesmo?

Vitor (@Kapiwara) e Guilherme “Xezz” (@Ravvena) aproveitam o momento e trazem até vocês um review do jogo de fantasia urbana e intriga política Powered by the Apocalypse, Urban Shadows.

Sobre o que se trata esse jogo? Quais suas influencias? O que ele traz de novidade para o sistema? Como suas mecânicas interagem para criar uma narrativa fluida?

E, no final, ele é ou não é melhor que World of Darkness?

Ouça!

Links:

A trilha sonora deste episódio inclui “Rush B” de Walt Ribeiro (usada sob autorização do artista) e “Nate’s Theme 2.0″ de Greg Edmonson.

Dúvidas? Sugestões? Reclamações? Hit Us! escudodomestre@email.com

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6 Comments

  1. Nossa, como é bom ouvir um shoW no Terceira Terra novamente! * -*
    Parabéns ao pessoal do Escudo!

    Um cenário de tema Urbano e Sombras.. o Livro Filhos do Eden, tem uma pegada que curto bastante sobre essa política nas sombras.

  2. Finalmente outro escudo do mestre hahahahaha, muito bom.

  3. Bem legal, seria bom ver mais sessões de jogo por aqui ^^

    Uma coisa que se tem que separar é o sistema do cenário. O cenário do mundo das trevas é legal, mas o sistema é muito bosta. Creio que usar Urban Shadows com o cenário do mundo das trevas seria muito bom. Claro, você tem que adaptar, mas vocẽ teria muito coisa já pronta, creio que a politica da cidade que teria que ser repensado(dar mais poder as outras facções e entre criaturas sobrenaturais).

    Na verdade, o sistema do AWE nem me atrai muito, apesar de que eu acho interessante. Queria que tivesse um submódulo/hack para essa mecânica de strings/amarras/obrigações para o sistema gênesis… Em um tipo de mecânica dessa, pensando ainda como opcional conflitos entre os PJ.

  4. Me chamou atenção um. Jogo que se assume. Bom. Ter vcs de volta

  5. Olááa Vitor!!!

    Muito legal outro episódio! Vocês de certa forma parecem estar voltando a serem mais ativos, pelo menos se levar em conta as participações do Vitor no três turnos do Tear dos Mundos!

    Vou colaborar com o Padrim do Terceira Terra por causa de vocês!

    O episódio sobre Urban Shadows foi muito bom, até melhor do que a entrevista que a própria tradutora do livro deu em que falou do livro!

    Decidi apoiar o financiamento coletivo da tradução do Urban Shadows depois de ouvir o cast!

    Gostaria de passar o link desse podcast em que entrevistam um dos autores do livro:

    http://www.gauntlet-rpg.com/1-forward/urban-shadows

    Magpie Games tem vários produtos interessantes.

    Dungeon World está para D&D como Urban Shadows está para World of Darkness. Para mim isso já é bem significativo. Isso se traduz mais para mim por D&D ser um jogo de combar optimizar e causar muito dano em combate. E Dungeon World até tem um pouquinho disso, mas é um jogo narrativo. Parece que em Urban Shadows os jogadores podem criar os poderes sobrenaturais de seus personagens, não? Lembra Dungeon World nesse caso.

    Acho um pouco ruim o Vitor chamar o capítulo 1, que fala que a sessão de RPG é uma conversa, de “veiada”. Ouvi uma pessoa dizer que o Urban Shadows é o melhor de todos os livros escritos para ensinar o que é mestrar. É um dos capítulos do livro que mais me interessa. Estou muito curioso sobre como ele define framming e hard framming

    Acho muito interessante as perguntas introdutórias estarem na ficha, e dependem do arquétipo escolhido. Sinto falta disso em outros sistemas, deveria ter em todo jogo.

    Gostei muito dos movimentos de drama e de intimidade… Bem interessante mesmo. Ontem mesmo assisti a um filme e o momento de fragilidade do personagem, de se abrir era um “big deal” para ele e acabou sendo para a história também. O que é muito comum em todo o filme, todo tipo. Mas no RPG não tem muito isso: só acontece se os jogadores quiserem e normalmente não tem nenhuma influencia palpável coberta pelo sistema. Pelo contrário: normalmente o jogador que interpretar muito as questões de intimidade, de se abrir, se o jogador interpretar muito as questões emocionais tudo que acontece é ele se dar mal, jogar pior, levar dano, morrer…

    Interessante um jogo que tem um sistema de consequências sociais. Dá vontade de ler o sistema e adaptar esse sistema de consequências sociais para outros jogos. Senti falta disso mestrar Monsterhearts por exemplo.

    Muito interessante o movimento de inicio de sessão. Me parece ser parecido com os Dungeon Starters de Dungeon World.

    Que bom que tem uma mecânica para danos que matam se não forem tratados. Sinto falta disso em RPGs. A cura fica muito fácil com magia: chato pra caramba…

    A mecânica de cicatrizes é interessante…

    Gostaria de ler o capítulo sobre a tempestade… Normalmente não uso frentes e coisas parecidas acho interessante mas não uso… não

    Obrigado pelo excelente episódio do podcast!

    Marcelo Ortolani

  6. Vivo apresentando os episodios do edm para minhas mesas. PRINIPALMENTE o de como ser um bom jogador hehehe!

Qual sua opinião? Comente!

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