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12:41 am
Suboficial
19/01/2011
OfflineOi Galera! Conheci esse fórum via Vozes da Terceira Terra e achei interessante
Bom, deixa eu me apresentar decentemente: Meu nome é André Campos, 20 anos. Faço faculdade de Administração de Empresas na PUC Campinas e estou estagiando em Sampa. Estou, por enquanto, sediado (em termos de RPG) em Itu, interior do estado. Comecei a jogar RPG na época do AD&D (até porque hoje em dia falar que começou "na caixa vermelha" não tem mais graça…) mas não cheguei a pegar a época muuuito antiga. Do AD&D pulei pro 3.5, meio en passant pelo 3.0 e lá eu estagnei. Trouxe do meu comecinho o aprendizado de Forgotten Realms (ainda tenho os livros conservadíssimos aqui) e em 3.5 comecei a aprender sobre Eberron. Me apaixonei pelo cenário e levei isso adiante.
E então fui surpreendido pelo 4e. Digo surpreendido porque quando ele começou eu fui um dos primeiros a hastear a bandeira do preconceito de que ele era "D&D tentando ser MMO" e etc. Durante muito tempo (de mim os que acreditam em horóscopo fazem um prato cheio, pois sou o ariano perfeito. TEIMOSO PRA BURRO!) eu me mantive nessa. E então um amigo meu conseguiu dar o "coup de grace furtivo" perfeito no meu preconceito. Ele conseguiu e me emprestou os livros (importados, claro) do jogador e do cenário de Eberron no 4e. Pronto, estava feita a desgraça
Eu devorei o livro e rapidinho comecei a abrir minha mente quanto ao 4e. E então comecei a jogar. Estou reunindo um grupo para mestrar agora em minha cidade e estou bastante empolgado.
Bom, escrevi demais… Mas em suma é isso
Espero que minha experiência no fórum seja agradável… Vlw e flw
1:26 am
Suboficial
19/01/2011
Offline1:35 am
Suboficial
19/01/2011
Offline1:07 pm
Admin
01/01/2010
OfflineEu sou todo torto. Estava parando de jogar RPG por causa da 3a. edição do D&D, porque estava de saco cheio dela, quando veio a 4e e me deixou empolgadíssimo. Eu devorava cada bit de informação que a WotC soltava nos meses anteriores ao lançamento oficial.
E eu nunca "descobri" as miniaturas para jogar D&D. A caixa básica da Grow me deu a excelente ideia de escanear a ilustração dos monstros, jogar no Corel Draw e imprimir os triângulos de papel; depois, a partir de 1996, quando fui estudar numa cidade maior, encontrei uma loja que vendia miniaturas de chumbo. Eu fazia mutirões com meus irmãos e minha namorada para pintarmos as miniaturas que comprava (vinham em kits, como "kit de heróis", "kit de orcs", "kit de mechas", etc). Fora as miniaturas de soldado, pistoleiro, centurião, samurai e etc. do Kinder Ovo, que eram muito úteis para jogos modernos.
Sem falar que das poucas vezes em que eu (ou estava numa mesa de quem) jogava AD&D ou GURPS sem miniaturas e mapa quadriculado ou hexagonal virava uma confusão dos infernos, não-raro resultando em bate-boca.
1:34 pm
Suboficial
19/01/2011
OfflineEm AD&D eu usava Tiles 'desenhados' por mim (rascunhados seria mais certo) sob aquela transparência hexagonal que veio no livreo de FR Cenário de Campanha, e os personagens eram pedaços de papel dobrado com a inicial de cada personagem.
E eu me recuso a jogar GURPs, não pergunte por que, é trauma mesmo xD
Alias, Gurps é um dos dois jogos com os quais sou traumatizado, o outro sendo Lobisomem, mas as pérolas que geraram meus traumas são assunto pra outro bate-papo.
E a grande verdade é que, assim como você mesmo disse, Marcelo, em um podcast (Perdeu, Pleibói; se não me engano), eu sou mestre 90% do tempo… Isso é fato importante porque os custos para o Mestre são muito maiores do que para os jogadores. Se bem que nunca tive problema em meus grupos por falta de material, sempre davamos uma improvisada e tudo saia direitinho. Até porque minhas narrações tem uma dose exacerbada de interpretação e interação pra uma quantidade menor de combates, então o momento do combate acaba sendo uma parcela menor do jogo. Mas sei lá, eu tento me adequar ao que os players preferem jogar, então já narrei uma ou duas sessões Hack'n'Slash…
Mas agora que você falou de 'miniaturas de Kinder Ovo', kra, que sacada! Eu tenho montes delas acumuladas de meus tempos de infância e nunca havia pensado nisso!
3:57 pm
Suboficial
19/01/2011
OfflineEntão Yan. Eu acho que ajude no sentido de um auxílio visual, mas ele não pode superar o pensamento do player… Toda a "magia" da coisa vem dai. É uma coisa tática táctil (trava-línguas detected) mas ainda tem que ser somente uma referência.
Já entei rascunhar em uma folha, mas começa a ficar com risco demais e efeito demais e coisa demais e dificulta ainda mais pra entender.
8:52 pm
Suboficial
19/01/2011
OfflineO galera,
To atualizando aqui (double post no tópico da própria apresentação pode?) só pra deixar o endereço do blog que eu e um amigo montamos, a quem interessar possa.
http://migre.me/5cdxZ – Irmãos Drow – RPG bem humorado.
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