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Seis é demais

Posted on May 30, 2011 in Vozes da Terceira Terra

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Marcelo, Ivar, Artur e Alexandre se reúnem para trocar histórias de horror e desespero de quando se viram numa mesa com jogadores demais.

04:01 Apresentação do tema.
08:18 A experiência do Diabético.
15:16 A história triste do Artur.
21:37 O trauma do Ivar.
25:20 A primeira vez do Marcelo.
34:06 RPG na feira de ciências.
36:51 World of Darkness: Imortais.
40:16 Conclusão.
46:31 Recados.
58:10 Vozes de Fundo: porque não deixamos Artur e Diabético gravarem sozinhos.

Links citados:

Ribeirão Anime Fest dia 05/7.
Alpha Omega Quick Start Quide (PDF).

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6 Comments

  1. Vale na feira de ciências porque, se for colocar as ideias básicas de física e RPG, fica bem legal, além de ter o potencial de (costumeiramente) ensinar, né?

  2. Por acaso a vez que me lembro de mestrar para mais de 6 pessoas também foi num contexto educativo. Usei uma variação do “Terra de Og” da Devir (desenvolvida pelo grupo Narrativas Iterativas) para ilustrar os hipotéticos mecanismos de aquisição de linguagem aos meus 16 alunos. Cada personagem era controlado por uma dupla de alunos e até se construiu um dado gigante de seis lados. :)

    A proposta do Alpha Omega faz-me lembrar um Earthdawn futurista com a civilização que redescobre o mundo depois de ter passado eras atrás de refúgios apoquentados por monstros e tudo o mais.

  3. Era pra ter citado o Arquimago, agora foi já.

  4. Poxa, meu problema é exatamente o oposto!

    Tenho dificuldade em mestrar para grupos pequenos. Em uma mesa grande, posso criar tramas mais vivas, onde os PJs criam a maioria das situações e eu apenas administro o mundo.

    Dá um pouco de trabalho no começo, apresentar um mundo ou sistema novo aos jogadores e tal. Mas quando engrena, uma mesa grande é fantástica!

    Meus exemplos extremos foram quando mestrei “Exalted” pra 9-12 pessoas por 2 anos, “Vampiro: a Máscara” pra 8 pessoas por 3 anos e quando joguei Star Wars D10 (sistema caseiro) com outras 10 pessoas por 5 anos.

    Curiosamente, meus grupos de D&D foram sempre menores e com campanhas igualmente pequenas.

  5. Mas o RPG pode ser tipo livro-jogo. O pessoal de pesquisa em ensino de ciências produziu uns jogos estilo RPG que ficou bem legal e ele é até aplicado para turmas de escola que visitam o parque Chico Mendes. Esse livro-jogo ensina basicamente biologia, principalmente as relações ecológicas. Se tiver interesse, sou estagiário do NEDIC e lá nós fazemos um levantamento na área de ensino de ciências e nele há vários tipos de jogos, aplicações, relatos e outros.

  6. Não só terminei as Crônicas de Giovanni, como ainda inseri quando possível alguns fatos da Transilvânia. Quando as datas possibilitavam. Campanha longa.

    No fim, uma parte do grupo ficou com a recém-formada Camarilla, alguns acabaram em pó. E 2 ou 3 amiguinhos do “mi casa es su casa”.

    Eu tenho os 3 últimos livros, só não tenho o Last Supper.

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