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Cenários Contemporâneos

Posted on Feb 2, 2009 in Vozes da Terceira Terra

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Ilustração: “Mojo” por NadiaMogilev


Este é um assunto que estamos prometendo desde os primeiros dias deste podcast, os problemas que mestres encontram ao narrar em cenários contemporâneos. Do problema da amplitude do cenário, à fantasmagoria da realidade, à ilusiva liberdade que os jogadores pensam ter ao criar seus personagens num mundo atual.

Continue esta discussão em nossos fóruns, onde temos um tópico correspondente.

SHOWNOTES:

[01:03] Como o Batman se chama na Itália.
[03:00] Marcelo estressa com as traduções da Devir.
[08:30] E agora com outras palavras.
[10:22] De volta à Devir.
[13:08] Corrigindo a bobagem falada sobre Corvinal e Lufa-Lufa.
[13:36] DiceCast, «Eleventh Hour» e «The Mentalist».
[15:50] Neto está lendo Poe e Joseph Campbell, e jogando «Guitar Hero» para equilibrar.
[20:20] Vinhetas do Rolando20, Bear Swarm! Podcast e ZBCast.
[21:18] Sessão de Cartas.
[46:56] Comentários do Kaijin.
[48:02] APRESENTAÇÃO DO TEMA: Moderno ou contemporâneo?
[52:06] Para que mestrar num cenário assim?
[60:51] Entrosamento entre PCs e liberdade demais.
[67:28] Restringindo o tema para restringir os personagens.
[72:32] Hiper-realismo e fantasmagoria.
[77:27] Porque cenários contemporâneos têm esses problemas? Como resolvê-los?
[93:49] Antecedentes únicos ou especiais, e o banal.
[109:04] “O problema do personagem milionário.”
[111:47] Encerramento.

LINKS CITADOS:

• Blog d3system e podcat d3cast
A Matilha
• Baixe o RPG WitchCraft legal e gratuitamente (necessário cadastramento / inglês)
• Coluna da Dragon Magazine, Saying Yes is a Skill (inglês)

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2 Comments

  1. Muito bom essa Sessão! Teve um quê de filosofia que muito me agradou. O Marcelo como sempre detonando!

    Acho que mesmo em mundos medievais fantásticos, como o meu querido Forgotten Realms, pode haver discoradâncias e fantasmagorias, como citado. Principalmente se os jogadores tiverem lido o livro também. Eu detesto isso! Não jogo de acordo com suplementos, e eu comprei a droga do mundo, eu faço o que eu quiser com ele!

    Certo?

    Hum… acho que fugi do tema, que era “A MODERNIDADE” (hehehe… Netão RULES!) mas era isso que eu queria dizer!

    Abraços!

  2. discordo em numero, gênero e grau quanto a recomendação de vocês de não fazer uma crônica baseada nas pessoas em si.

    duas das maiores crônicas que já participei (uma como jogador e uma como narrador) foram um grande sucesso, estão no hall de melhores crônicas das quais participei.

    não houve problema na criação das fichas pois em ambos os casos, foi um acordo entre cada jogador e o narrador. além do mais em ambas, tudo começou a mudar logo de inicio nas crônicas.

    Netão, eu também uso muito a estratégia de “matar parentes” rsrsrs, muito prático.

    o podcast foi muito bom, eu o ouvi pela segunda vez e estou comentando (acho que tinha comentado no outro site do vozes, enfim).

    que Nimb role bons dados a todos!

Qual sua opinião? Comente!

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