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Dinheiro, tutu, bufunfa, cascalho

Posted on Mar 16, 2009 in Vozes da Terceira Terra

Ilustração: “Money” por kimu-sama


Dinheiro, ou riqueza, é um recurso importantíssimo em qualquer jogo de RPG — às vezes mais importante que os próprios pontos de personagem. Mas também é um grande problema. Nesta sessão, abordamos os problemas de excesso ou falta de dinheiro em diferentes campanhas, e como regular a importância do dinheiro em cada aventura.

Depois de ouvir a sessão, comente-a neste tópico em nossos fóruns.

SHOWNOTES:
[00:00] Abertura / história do dinheiro / meio para um fim.
[06:42] Aventura em que dinheiro é importante.
[11:31] Cortando um zero / economia realista.
[15:35] Personagem com muito dinheiro / não puna seu jogador por ter feito personagem rico.
[22:53] Cenário de relativo valor.
[27:10] Cenário de baixo valor.
[33:18] Mendigos.
[41:37] Personagens ambiciosos.
[45:32] “Os diferentes e exóticos modelos monetários.”
[49:24] Contos lovecraftianos, por Lauriston Trindade: «Gatos».
[52:30] Encerramento.
[54:35] Vinhetas de ZBCast, This Modern Death e Rolando 20.
[55:51] Vozes de Fundo: Watchmen.

LINKS CITADOS:
• Game Watchmen: The End is Nigh (demonstração).

Nossa trilha sonora é cortesia de Marcos Kleine.
• Webiste: www.marcoskleine.com.br
• Blog: kleine.zip.net

16 Comments

  1. Para quem baixou a sessão entre meia-noite e duas e meia, o arquivo estava incompleto. O novo arquivo foi colocado às 14h35. Se você baixou antes dessa hora, nos desculpamos pelo inconveniente e pedimos para você baixá-lo novamente.

  2. Pessoal, é o seguinte: estou usando este episódio do podcast de vocês como cobaia.

    Há algum tempo eu penso que podcasts poderiam ter capítulos, mas no sentido de o tipo de arquivo mp3 suportar capítulos, como os DVDs suportam. Claro que não seria mp3, teria que ser criado um novo tipo de arquivo de áudio (talvez compatível), mas isto não vem ao caso agora.

    Acontece que o Vozes é o único podcast que eu escuto que coloca os shownotes. Então aproveitei os tempos informados e reparti o arquivo em 18 pedaços menores. Vou fazer alguns experimentos, em relação a criar uma lista (m3u) ou uma playlist no iPod e outros players também. Em breve, postarei os resultados no meu blog. Ou não.

  3. Fala, pessoas! Sobre Watchmen, filmaço mesmo. Vi duas vezes e pretendo uma terceira em breve. Também tive aquele orgulho de nerd sádico vendo pessoas desavisadas se chocando com o filme ou não gostando.

    Vocês notaram as referências sutis a homosexualidade do Ozzymandias (além dos mamilos no uniforme)? Nos créditos iniciais ele esta entrando no famoso Studio 54, e tem várias bicholetas na porta. E quando o Coruja esta acessando o computador dele, tem uma pastinha chamada “Boys”, na tela.

    Watchmen acima de tudo, mostra o impacto dos supers no mundo real. Foi daí que deve ter vindo a semente da idéia de Aberrant por exemplo. O Dr. Manhattan é um cara que esta ganhando tanta taint (a mácula no Aberrant) por causa do poder que esta se distanciando cada vez mais da humanidade.

    Estou com uma vontade tremenda de voltar a jogar supers. Abraços!

  4. Eu também ouço vozes.

    Boa tarde vozerio, ótimo tema deste episódio, maldito dinheiro,ouro,gaita,bufunfa,dindin,gabirú,cascalho,faz me rir,nota pila….., mas adorei o comentário sobre Watchmen, eu li a HQ quando saiu e concordo com a falta de clareza de movimentos, agora, é claro que Cavaleiro das trevas não tem este problema, Frank Miller poxa*.

    Ainda não vi o Filme mas estou curioso,em breve farei uma viagem para ver…kkkkk

    Grande abraço a todos e continuem com o ótimo podcast.

    “O desacato é a condição do progresso”

  5. Primeiro, muito bom o novo saite! Nele eu já fico logado, e parece meu char!

    Bem sobre a sessão eu achei o tema bem pertinente! Suas abodagens, foram muito boas e eu também gostei da ideia dos mendigos dos planos. No meu curso de história não teve isso de gente querendo ser mendigo(na verdade digo bem o oposto, gente gerendo ser magnata ou madame(principalmente)).

    Eu nunca liguei muito para dinheiro, nem no D&D, mas realmente lá(pelos na edição 3.x) dinheiro é parte do PJ para ele continuar suas aventuras.

    Não lembro de problemas com gente que achava que dinheiro resolvia tudo, agora arsenal era uma subvantagem de recursos ^^ . Eu não ligo(mas já fiz MUITA gente com 5 bolinhas), apesar que não abusava, acho que comprava por prevenção e gosto, sei-la um pensamento: “já sou o mais rico que é possivel, danesse eu me preocupar com dinheiro”.

    Apesar que senti falta de uma coisa que apareceu nos foruns, “do dinheiro ser uma desvantagem”, de que no mundo moderno ele pdoe estar preso na mão de investidores, de empresas etc, em que o cara não pode sair gastando ele como quer. Apesar que seria um variação do que o Netão fez, complicar o uso do dinheiro, só que no caso que falei seria mais geral.
    Acho que é isso.

    PS: Vocês refizeram os “bonequinhos”? O do marcelo está mais magro e o do Rodolfo mais branco…

  6. Ola pessoal

    Achei muito legal esse episodio, pois lembrou uma campanha minha onde eu queria que os Pj perdessem seus GP, (MUA HA HA) dai eu fiz um “VACA” do caramba joguei eles Numa ilha e coloquei uns 500 canibais (hahahahahaha), eles tentaram de tudo para sair, mas o único jeito era pagar uma altíssima Quantia em dinheiro. Ate hoje ele querem comer minha Alma. XD

    Abraços

    Heyder

  7. Até no Rpg o vil metal causa problemas… principalmente para o DM. O equilibrio do jogo pode realmente ser comprometido com a falta de critério na distribuição da grana. Boa idéia para episódio e continuem o bom trabalho.

  8. UAWHUAWEHAHAU
    Essa do jogo de Mendigos foi ótima!
    Eu jogo!
    hahahawhwahawuh

  9. to criando mais um cenário (será meu cenário original numero 14) com alguns aspectos comentados nesse podcast (como por exemplo o efeito na economia da cidade em relação aos tesouros trazido pelos heróis ou a falta de troco para peças de grande valor). mesclando isso a algumas idéias que eu tive ouvindo o ultimo podcast de meus conterrâneos (o Zbcast) vai ficar um cenário muito legal.

  10. Legal o episódio, finalmente estou ficando sincronizado com vocês de novo! Rolou um super coincidência e o Davi fez um post sobre a economia dos itens mágicos lá no Rolando 20.

    Minhas campanhas em geral não usam muito o dinheiro como algo importante, é algo que eu meio que relego para o background. Por exemplo, salvo raras exceções, as tavernas sempre saem grátis.

  11. Demorei, mas ouvi vozes!

    Mais um excelente insight, seguindo a proposta do podcast e usando e abusando da universidade do Marcelo! Se bem que confundir Aquiles com Brad Pitt pega mal pra um historiador (apesar dele ser apenas um personagem de mitos)! Brincadeira! hehe…

    Quando eu mestrava o D&Dzinho da Grow, tinha realmente esse problema com dinheiro… os personagens ficavam multi-hiper-mega-ultra-biliardários! Depois do AD&D e 3.0, aprendi a moderar a grana… e sinceramente, não faço mais o lance de matar um lobo e cair moedinhas! Isso ficou parecendo DIABLO!

    Eu sou meio metódico com P.O: forneço o necessário, e dou chances dos personagens conseguirem mais, se forem espertos. O excesso eu tiro com bolas de fogo torrando pergaminhos caríssimos, um maluco especializado em detonar armas e armaduras… coisinhas assim!

    Mais um excelente conto do Laurinston (tou virando fã!), e o vozes de fundo melhorou um bocado, ainda mais porque me fez sentir vontade de procurar mais sobre WATCHMEN (não sei nada sobre a série, acho que perdi 200 pontos de nerd…)

    Respondendo a pergunta que o Marcelo fez no meu blog (apesar de não ser o local adequado pra isso, mas vocês me dão um desconto!): Sim, estamos jogando 3.5 ainda. E pretendemos continuar nela.

    Continuo ouvindo vozes! Abraços!

  12. Saudações pessoal do Vozes…

    Boa discussão e o ritmo esta mais sincronizado com o novo formato do programa. Só senti falta de vocês explorarem um aspecto ligado ao dinheiro no rpg: as aplicações de idéias do mundo real e conhecimento dos jogadores nos investimentos feitos pelos pcs, especialmente em periodos e culturas diferentes da nossa.

  13. Ah! legal o cast! Em muitas mesas que mestrei, tive alguns probleminhas com personagens muito ricos ou muito pobres.Muitas vezes tive que refazer aventuras, para que todos pudessem se divertir, por isso faço os meus jogadores construirem as fichas uma semana antes pra tudo sair certo. E concordo com netão, não gosto de mestrar para roedores de ossos e coisas do tipo. E eu tive uma grande decepção com watchmen! No dia em que eu fui ver no cinema, percebi que na placa estava escrito censura 18 anos (tenho 17)não consegui entrar… voltei pra casa desiludida, vou ter que esperar sair em DVD…

  14. karla :Ah! legal o cast!

    Hum… Karla, só uma dica: O Marcelo ODEIA que falem CAST, ou POD… por algum motivo excuso, hehehehe… ele fica realmente furioso! Aconselho a usar o termo PODCAST.

  15. Antes de tudo, elogios redundantes pelo excelente episódio.

    Em relação a dinheiro, na epoca que eu mestrava AD&D cheguei a ter dois problemas com dinheiro. Primeiro, foi com o livro do ladrão. Assim como os outros livros, eles viam com regras de XP extra. A pedido dos jogadores, permiti essas regras, até por que não queriamos demoram demasiadamente a subir de niveis. Entretanto, o metodo de XP do ladrão deu uma dor de cabeça, pois, ele ganharia 1xp para cada peça de ouro que obtivesse e mantivee-se até o final da aventura.

    O problema foi quando ele conseguiu, atraves de muitos 20, mais de 10 mil peças de ouro na aventura e conseguiu manter esse dinheiro sem prejudicar a aventura [muito pelo contrário]. Logico, todo esse XP fez a diferença, e a principio o pessoal até gostou, mas posteriormente, ele acabou subindo rapido demais e ficou overpower. Mas terminamos a campanha assim mesmo.

    Segundo, na mesma epoca, consegui um suplemento não oficial que dava preço para praticamente qualquer item possível de comprar em um mundo de fantasia medieval. Era fantastico, por que eu mesmo pensava nos problemas que davam andar com 100 mil peças de ouro, jóias, gemas preciosas e coisas assim. Por exemplo, o grupo passou a comprar especiarias, para facilitar, pois um barril de especiarias era mais fácil de trocar, e valia quase tanto quanto um barril de peças de ouro.

    Mas o melhor, tanto para eles quanto para mim, era a questão de itens como sangue de dragões, penas de grifos e serpentes de medusas. Além de substituir dinheiro [e me permitir abandonar jogadas de tesouro] alguns itens já possuiam poder mágico [como sangue de dragão] e permitia a utilização de certos itens no lugar de componentes de magia [como por exemplo um frasco de sangue de dragão negro no lugar de uma pedra preciosa de mil peças de ouro].

    Enfim, compartilho aqui minha experiencias, e agradeço pelo excelente podcast. E no mais, nada mais.

  16. Saudações senhores!
    Eu não escutava vozes até que tomei vergonha na cara e mergulhei neste mundo. E bem, devo dizer que minha primeira impressão com vocês não foi muito positiva. Entretanto, mudei minha opnião ao ouvir este cast que falou sobre money e percebi uma coisa essência sobre o podcast de vocês: eu só posso ouvir o assunto que realmente me interessa, caso contrário não vou ficar satisfeito com o produto final. Desta forma, tentarei eventualmente comentar por aqui, mas sempre na postagem do cast que decidi ouvir.

    Mas vamos falar do cast. Muito bom o conteúdo apresentado, e vi que vocês possuem algumas idéias bem próximas das minhas. Dinheiro sempre é um problema nos meus RPG’s, mas isso acontce porque eu não me organizava bem com o mesmo. Tratava com desdem o assunto e acabava me dando mal no final. Agora vejo que as coisas não são bem assim e que eu devo para de pensar e agir caso queira um RPG mais organizado e equilibrado quando o assunto é finanças. E obrigado pelas informações sobre itens mágicos: é sempre bom lembrar que não existem velhinhos com sacolas nas costas vendendo itens mágicos por aí! Hehe…

    Agradeço o cast de qualidade e os convido a dá uma passadinha no meu blog. Coloquei ele como website aqui do meu nic e espero que o conteúdo agrade (sei que não necessariamente todo, mas pelo menos em parte).

    Até and Bye…

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