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NPC – Ninguém Pode Comigo

Posted on Jun 1, 2009 in Vozes da Terceira Terra

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Ilustração: “The Raging Undead” por Zephyri


Esta é a primeira parte de nossa discussão dos personagens não-jogadores, vamos falar sobre NPCs. Como fazê-los, diferentes maneiras de lhes dar personalidade, quantidades e qualidades dos non-players characters, esse bicho esquisito e muito importante para qualquer história de RPG.

SHOWNOTES:
[00:46] Recados: RPG Con, camisetas do podcast, nova ilustração, projeto de divulgação de RPG, coluna na revista Acerto Crítico e aniversário do Christopher Lee.
[05:25] O que é NPC e porque vamos falar disso.
[11:02] Como preparamos nossos NPCs.
[24:58] NPCs importantes e NPCs figurantes.
[31:25] Valor do NPC para o cenário, para o enredo e para a interação com os heróis.
[45:35] Como fazer um NPC rapidamente, mas que fique marcante.
[54:54] O oposto: NPC profundo e memorável.
[59:38] Como construir NPCs diferentes.
[65:00] “Descrever muito um NPC atrapalha?”
[66:16] Encerramento e vinhetas de ZBCast, Rolando 20 e QGNet.
[68:30] Vozes de Fundo.

LINKS CITADOS:
Audible.com
RPG Con.

Nossa trilha sonora é cortesia de MARCOS KLEINE:
• Website MarcosKleine.com.br
• Blog Vamos Detonar!

Depois de ouvir, participe da discussão em nossos fóruns.

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23 Comments

  1. Já baixei e comecei a ouvir, mas tive que parar na metade, agora só na hora do almoço.

    “Babuínos” do deserto foi ótimo, hehehe.

    Ah, fiquei muito feliz de saber que vocês vão para o RPGCon :D espero ter a oportunidade de conhecê-los ao vivo e bater um papo.

    E eu quero a minha camisa, podem reservar, a minha vai ser tamanho Rodolfo :P

    Aliás, é uma boa ideia essa divisão de tamanhos: Rodolfo, Marcelo e Netão :P

  2. Fiquei muito feliz com o tema e com a presença do Taz, a quem eu considero “O Quarto Maestro”, pelo entrosamento e pelos comentários divertidos…

    O lance de “desviar a atenção” com NPC´s detalhados realmente faz sentido, mas pelos comentários do Netão, parece que com o Marcelo não adianta: Ele VAI perguntar o nome do NPC mais insignificante…

    E que fique registrado que o termo “Tamanho Netão” foi cunhado por mim.

    Ótima sessão, nem me lembro mais de Pizza e Guaraná… hehehe…

  3. CARACA, ganhei uma camiseta!!!!
    Aeeeee….nos vemos lah no rpgcon

  4. @Rodrigo “BIG” Campos Não quis roubar sua ideia não Rodrigo, apenas não lembrava quem tinha começado o papo de “Tamanho Netão” :S sorry.

    Como o termo “Tamanho Netão” presume um cara grande, eu cheguei a conclusão que a minha terá que ser “Tamanho Rodolfo” e os que ficarem no meio termo usam a “Tamanho Marcelo”.

    Sobre jogadores que sempre perguntam nomes de NPCs, eu tenho uma história legal.

    Durante 6 meses mestrei uma campanha de Trevas ambientada na Dinamarca, com direito a aparição do fantasma do Hamlet (o pai), para os principais NPCs eu usei o site http://www.behindthename.com para criar nomes e sobrenomes cujos significados refletissem as características dos NPCs.

    Para os NPCs sem importância eu não me dava ao trabalho de escolher nomes e sobrenomes, para mim eram simplesmente “o médico”, “o policial”, “a jornalista”, “o caçador”, “a succubus”, etc, mas é claro que sempre tinha um jogador pentelho para perguntar os nomes desses NPCs, por causa disso a Dinamarca na minha campanha de Trevas possuia uma absurda quantidade de habitantes chamados Maria, José e João, entre outros.

  5. Baixando …

  6. @Renato de Recife , que é isso, parceiro? Longe de mim! Acontece que quando eu comecei a escrever meu comentário, não havia nenhum… pensei que eu seria o primeiro! Mas quando eu finalmente postei, vc havia comentado dos tamanhos, ficou realmente parecendo que eu estava te repreendendo, mas foi apenas um mal-entendido!

    ^_^

    Somos parceiros, afinal, somos do Nordeste e ouvimos Vozes!

    E foi muito legal esse lance de padronizar os tamanhos, hehehe…

    E parabéns pro Tsu, ganhou uma camiseta na moral! (INVEEEEEEJAAAAA!!! huahuahuahuahua…)

    Abraços!

  7. Olá pessoal do Vozes da Terceira terra!
    Não comentei o cast passado, mas o ouvi sim. Pelo menos tentei. Não vou entrar em detalhes, mas não gostei do resultado. O problema de audio do convidado me desagradou muito, mas entendo perfeitamente bem que foi algo inevitável. Agora aconselho para vocês o seguinte detalhe quando forem gravar novamente com alguém que esteja a distância: usem um programa para gravação via Skype que só grave a voz do participante (ou similar que usem), e peçam para ele gravar no seu próprio computador o próprio audio e mandar para vocês caso tenha algum problema. Não sei que programa que vocês usam para gravar/editar o cast, mas o Audacity faz tudo isso muito bem (é só rezar para não dá pau no programa na hora de parar a gravação XD).

    Quanto ao cast 25 sobre NPC’s, devo dizer que fiquei com muita vontade de ouvir o próximo, sobre os PdM’s. Sinceramente eu não sei distinguir muito bem um do outro, ou mesmo de vilões. Na minha visão só existem três tipos de personagens: os PJ (personagens-jogadores), NPC’s (personagens não jogadores controlados pelos Mestres ou mesmo por alguns jogadores, dependendo da situação), e os Bucha-de-canhão, que vocês citaram com o nome de “NPC raso” ou de menor importância, mas que para mim não necessariamente precisa ter apenas 1 PV. Nesta última categoria entra todos os monstros e seres racionais (no sentido que pertencem a uma raça humanóide, pois por vezes nem mesmo os jogadores são racionais) que só possuem uma única utilidade: bater nos PJ (se bem que o objetivo de fato é servir de saco de pancada, por mais desafiantes que estes sejam).

    Agora um relato pessoal. Um dos motivos para eu ter largado o D&D 3.X (dentre outros milhares que não valem a pena ser citados…) é a minha dificuldade de criar fichas rápidas e coerentes com este sistema. Vejam bem, eu sou um Mestre que gosta de colocar a prova minha criatividade, tanto que meus melhores RPGs (na opinião dos jogadores) são aqueles nos quais eu só planejo o que os NPCs e vilões estão fazendo e pensando, e deixando os jogadores livres para tomarem suas próprias decisões. Eu não gosto de planejar uma dungeon monstruosa que só vou usar uma vez naquela campanha e sabe-se lá quando em outra, entendem? Eu prefiro criar quase tudo na hora (quase, mesmo porque todo RPG deve possuir o mínimo de planejamento), e isso inclui os NPCs rasos e alguns profundos (que a princípio começam como rasos e depois, com mais calma, acabo elaborando uma profundidade maior para os mesmos, tornando alguns até mesmo vilões). Então, o que isso tem haver com D&D? Como eu não consigo criar uma ficha plausível de D&D de cabeça, fica complicado montar alguns NPCs na hora do combate. Minha salvação foi quando consegui as fichas prontas do Livro do Mestre, mas mesmo assim vez por outra eu tinha que colocar um elemento que não estava a minha mão, o que me forçava a uma pesquisa na hora errada. Bem, no fim das contas eu sou um preguiçoso para criar fichas fora do horário do RPG, além do fato de não ter muito tempo livre para tal (posso até ter, mas possuir o livro em mãos neste dado momento é outra história…).

    Devido esta minha incapacidade de não conseguir tratar o D&D algo fácil de manipular, decidi que tinha que mudar de sistema para jogos de fantasia, e foi o que fiz. Hoje estou testando uma versão Storyteller para meu atual RPG de estilo livre de narração e fantástico e que, até o momento (e depois de várias atualizações para ficar melhor adaptado a realidade do RPG em si), está muito bom. Pra mim é muito mais fácil criar uma ficha na minha mente de Storyteller que de D&D, o que é algo que me faz gostar do Sistema. Acho mais intuitivo as bolinhas do Storyteller que os cálculos chatos e especificações mínimas do D&D. E tudo isso só me ajuda a criar meus NPCs e adaptá-los a situação caso seja necessário.

    Desculpem o comentário gigante.
    Até and Bye…

  8. Não ouvi inteiro, mas só para constar, quero minha camiseta!!!!

  9. Eu só assisti Monstros vs. Aliens dublado (aqui no Rio teve uma ou outra salinha legendada) para poder ver a sessão em 3D e foi muito legal. A técnica evoluiu pra cacete. Ao menos o presidente era o Guilherme Briggs.

  10. Muito bom episódio…

    A discussão saiu bem descontraída e solta. Nem parecia que tinham pauta, rsrsrsrs.

    Uma dica pessoal que recomendo para criar npcs rasos ou pouco significantes, é ter sempre a mão uma tabelinha de consulta rapdia, com descrições fisicas e outra para de nomes masculinos e femininos. Vários artigos de revistas nacionais e importadas trazem este tipo de recurso, mas nada impede criar suas proprias listas com informações pela net.

  11. Eu adorei o termo NPC estrelinha. Usarei daqui pra frente..

  12. Gostei muito! Acho que já disse isso, mas é muito bom ouvir, já que você cosnegue perceber o que faz de forma automatica, não ficar batendo a cabeça para lembrar o que você fez na outra seção que deu certo, mas você não lembra como.
    É ouvir e identificar e saber como repetir o processo.
    Gostei dos termos, do lago com os pilares foi muito bom!
    Mal posso esperar pelo proximo!

  13. Adorei o Episodio.
    Maestros, quais são as 7 palavras proibidas? gostaria muito de ouvir uma frase com todas elas (devidamente censuradas, claro)

  14. shogun : gostaria muito de ouvir uma frase com todas elas (devidamente censuradas, claro)

    Vou poupar o Marcelo, aí vai: Pííí, Pííí, Pííí, Pííí, Pííí, “Cast” e “Pod”…

    Ops! Esqueci de censurar duas delas!

  15. Não, sério agora: Já foi dito em algum lugar aqui, mas aí vai:

    shit, piss, fuck, cunt, cocksucker, motherfucker e tits.

  16. @shogun
    Ô, Shogun! Por poucas horas seu comentário não vai para a sessão de cartas que gravamos ontem. Bem, o Big já falou aí as “sete palavras sujas”, ou “seven dirty words” no original em inglês. Em português, elas ficam: merda, mijo, foda(-se), xoxota, pupa-pau, fodedor-de-mãe e tetas. Essas sete palavrinhas foram chamadas de sujas pelo comediante George Carlin lá nos anos setenta, numa apresentação que ele fez, chamada “Seven Words You Can Never Say on Television”, em que ele tirava sarro das transmissões de TV e rádio dos EUA, que evitavam essas palavras.

    Mesmo já tendo se passado quase quatro décadas, essas palavras ainda são evitadas no rádio e na TV aberta, por motivos óbvios, mas perderam boa parte de seu poder ofensivo, como pode constatar quem assiste TV a cabo e ouve podcast ou música (especialmente rap e R&B). Na TV aberta, e canais como MTV, elas ainda são evitadas ou censuradas, mas não mais com um “pi”, e sim simplesmente eliminando-as da faixa de vocal, um método de censura bem mais discreto.

    No Vozes da Terceira Terra, nós optamos, por puro humor, censurar as palavras: merda, foda(-se), puta, boceta, caralho, cú e indie. Estas são nossas sete palavras. Coincidentemente, teremos uma pequena discussão sobre esse assunto no episódio de segunda-feira.

  17. muito bom episódio.

  18. com três palavras meu post anterior deve ter sido o menor até hoje né? podia ter sido duas palavras mas eu dei uma colher de chá.

  19. Gostei de saber quais são as palavras e o motivo, nunca tinha entendido muito bem algumas frases, acredito que era o indie.

    Mal posso esperar por segunda!

  20. Pq vcs não falaram que estavam precisando de logotipo? Eu posso tentar bolar um logo para vocês, soh falar. Sobre o Projeto de RPG, a minha intenção eh lançar a campanha do RPG no evento RPGCon… inclusive jah estamos vendo de ter um espaço lá… E vcs indo, quero vcs no nosso espaço!

    Um abraço galera… Entrem em contato

  21. Bom Podcast… Eu gosto de usar como NPC: a ficha de antigos personagens dos jogadores. É um metodo que evita que apeloes apareçam na sua mesa. DOIS NPCs que eu usei com as fichas dos antigos jogadores quase demoliram o grupo. Alem de que esses NPCs ja começam memoraveis, pois ja tem uma historia com os jogadores e eu não gasto um neuronio para criar :)

  22. pior né rodrigo? rsrsrsrs comportamento obsessivo meu (se bem que depois de estar a semanas ouvindo vozes, uma obsessão não é nada… rsrsrsrs)

    ^^

    [parar de usar os comentários como chat]

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