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PdM – Protegido do Mestre

Posted on Jun 15, 2009 in Vozes da Terceira Terra

Ilustração: MihaiRadu


Na segunda parte da conversa sobre personagens não-jogadores (ou non-player characters), Neto, Rodolfo, Marcelo e Taz completam a discussão sobre o que fazer e o que não fazer ao usar PdMs em sua campanha.

SHOWNOTES:
[00:00] Abertura e recados.
[14:21] Apresentação do tema: o que é um PdM.
[23:14] Uma informação não pode estar com um único PdM.
[27:29] Aproveitando o que os PJs pensam do PdM / tática Mestre dos Magos.
[33:44] Os heróis da história são os PJs, não os PdMs.
[40:31] Um PdM não é o personagem do Mestre do jogo.
[43:40] O PdM é um personagem incompleto.
[48:47] Não jogue vacas nos PJs.
[50:22] Narrar um diálogo é correto?
[55:01] Concluindo.
[59:26] Leia, ouça, veja.
[64:48] Encerramento e vinhetas de ZBCast, Rolando 20 e QGNet.
[66:32] Vozes de Fundo.

LINKS CITADOS:
• «Fortaleza no Pendor das Sombras» na Moonshadows.
Bom É Jogar RPG, projeto de divulgação do passatempo.
Agenda do encontro de RPG paulistano no Bob’s da Paulista.
RPGArautos.
RedeRPG.

Nossa trilha sonora é cortesia de MARCOS KLEINE:
• Website MarcosKleine.com.br
• Blog Vamos Detonar!

Depois de ouvir, participe da discussão em nossos fóruns.

18 Comments

  1. primeiro! infantil eu sei…

  2. mas olhando com calma as shownotes que fim levou o Lauriston? Camisa-de-força?

  3. @Guaxinim , se vc olhar o orkut dele, vai ver o que aconteceu: Tá tirando fotos por Maranguape inteira! (Boas fotos, por sinal. O cara é multimidia!).

  4. @Guaxinim
    Infelizmente o episódio estourou nosso tempo ideal de 75 minutos, então eu optei por não incluí-lo na versão final do episódio. Ele ficará guardado para o próximo episódio regular.

    Mas fiquem atentos para o conto “Dagon”, a ser lançado em algum momento desta semana. A voz cthuliana de Lauriston Trindade será ouvida novamente na Terceira Terra.

  5. Hail!
    Muito obrigado pela divulgação do evento. Prá falar a verdade o encontro tem um multiply onde poderão ser vistas todas as informações dele. Quem quiser saber mais acesse http://rpgnobobssp.multiply.com/

    No fórum também tem um tópico contendo os detalhes. Esperamos contar com a presença de todos. Abraços.

  6. Começou um pouco avacalhado, mas alguns minutos bastaram pra tudo se acertar. O Taz infelizmente não pôde colaborar muito, devido à tosse (mas valeu pelos efeitos do Super Mario Bros.!)

    Quando vcs disseram “não narre um diálogo entre PDM´s”, eu pensei: “Que droga, estou errando desde 1993!”. Concordo com o Netão: às vezes, a estória pede um diálogo entre PDM´s. Para atrair os jogadores à tomar partido na discussão, eu diria algo do tipo: “E você, não acha que eu tenho razão?”. Na maioria das vezes, isso basta para envolver os players.

    Termino como o Arquimago: Mais nos fóruns!

    Abraços!

  7. Galvatron que aliás é dublado naquele longa dos anos 80 pelo Leonard Nimoy. O vilão unicron (aquele que é um planeta devorador) é dublado por ninguém menos que Orson “Cidadão Kane” Welles. E um dos ronôs do planeta lixão, é dublado pelo Eric Idle, do Monty Python.

    E o nome do carro de polícia é Barricade.

    Esse filme do Termination: Salvation, assim como o terceiro filme, só teve um problema grave: não era do James Cameron.

  8. A parte do dialogo entre PdMs é valido sim, desde que você seja breve, sem demorar muito para passar a bola pros jogadores ou permitir que eles optem por A) ouvir mais sobre o dialogo ou B) interromper o mesmo por vontade própria. No final das contas C) Um dos PdMs vai tomar uma atitude que interrompe o diálogo. Ou seja, se jogadores ouvem um diálogo eles já o pegam no final, ou então o mesmo é muito breve. Além de que se você como mestre fica com vergonha de interpretar ou acha que esta “pagando mico”, você está desencorajando o roleplay em sí. Não é porque os jogadores são os personagens importantes da história que os dialogos só acontecem com eles. Fica aquela impressão de que pra eles poderem conhecer a personalidade de um personagem eles precisam ir falar com ele ou então receber essa informação de bandeja com uma descrição do mestre do tipo “ele discute com fulano de tal a ponto de parecer arrogante”, você está dando uma conclusão que quem deve tirar é o próprio jogador.

  9. A respeito dos PJs antipatizarem um PdM que quer apenas ajudar (ex Elmister):
    Não acho que a solução seja transformar o PdM em vilão, o PdM foi feito por alguma razão, que deve ser mantida. Se existe algum motivo para que os Personagens não gostem dele (algo melhor que “não fui com a cara dele”) primeiro o Mestre deve notar e tentar entender. Depois manter as convicções do PdM as mesmas (os PJs podem mudar o mundo, mas o mundo não vai se moldar aos PJs só para ajuda-los) e fazer com que os atos dos personagens tenham o efeito correspondente. Ação e reação.
    Talvez os jogadores queiram dar uma de bad boys, e se você modificar o mundo para que eles sejam sempre os bonzinhos acabe frustrando-os. Além de que pode deixar as coisas fáceis demais. Dá também a possibilidade de eles se redimirem de seus atos mais tarde, um busca por redenção (ex: a Xena era uma maldita antes de tentar salvar o mundo e pegar loirinhas virgens).
    Se a ação dos PJs levarem a crônica para um lado bem diferente do planejado, então explore esse lado e guarde suas idéias para uma outra oportunidade (talvez para a redenção).
    Acho que ser mestre “Master System”(que tem apenas um final pro jogo) é muito mais chato, para o próprio mestre.

  10. Quanto ao PdM não dar um caminho para os PJs seguirem:
    Eu acho que o PdM deve sim dar sua opinião, mas a dica que eu dou é, antes dele dar sua opinião pegue um ou dois dados e jogue atrás do escudo do mestre, faça uma cara de espantado com o resultado e dai sim interprete o PdM dizendo: “Acho que é por aqui!” e dai diga algo como “bom, o fulano está falando isso, e ae? Vocês vão mesmo na dele?”.
    Dai você mantem a dúvida e o livre arbítrio dos jogadores, ao mesmo tempo que não transforma todos seus PdMs presentes em marias-vai-com-as-outras.
    Você pode realmente ter feito uma jogada para ele, ou não. Além disso se algo de ruim acontecer, a responsabilidade ainda é dos jogadores (eles qu foram na onda do PdM).

  11. Gostei desse formato de dividir um assunto em varios episodios assim é possivel aprofunda-lo mais!

    Gostarei muito de quando lançarem o tema que “prometram” nesse episodio, para o futuro.

    E tenho um sugestão de tema; “Conhecendo seus comparsas”, sobre como um mestre faz para REALMENTE conhecer seus jogadores, já que muitas pessoas tem varias faces ,uma de jogador, outras de mestre, outras de pessoa, proficional… fora os que ficam mudando, exe.: cada semana é um tipo de jogador…

    E outro tema é como decidir o que jogar(obviamente em conjunto com os jogadores, uma decisão do grupo), “Discutindo a relação”(titulo). Algo que é essencial, e pode ser o motivo de muitos abandonaremo hobbie, não gostarem se forem novatos, ou mesmo brigas de autoritarismo e o pior de tudo, desanimo ou continuar jogando por “obrigação”

    Bem acho que o restante, fica para os foruns dependendo do que já tiver lá.

    Até!

  12. Estou traumatizado…. Não imaginava o Rodolfo assim, pra mim ele era um Ewok usando headset… (assim como neto é um barbaro de tanga e clava e o Marcelo um cadete espacial…)

  13. Sobre o tópico “vontade de jogar mestrando” eu acho que é uma evoluçao pensar em fazer outros vencerem em vez de pensar em conquistas proprias. O mestre é um lugar de maturidade, mesmo que voce seja jovem.
    Mas é dificil para pessoas que tinham como base quadrinhos, video-games e seus personagens de rpg para suas vitórias, saberem que não são o centro da atençoes. Mesmo se for ainda o caso de alguns, saiba que se voce somar o numero do dano de seus jogadores é muito maior que de um personagem. E imagine um obstaculo e tente administrar os jogadores para vence-lo, isto sim é desafiador.

  14. Ouvindo vc’s sobre o conflito entre Pdm’s (Ex: Elmister) e jogadores, me ocorreu o seguinte:

    Como um DM permite que um jogador simplesmente decida “Vou matar o Elmister!”? Os personagens são todos inconstantes, desequilibrados e serial killer’s ao ponto de dizer “vou matar aquele cara ali!”, mesmo sem ter motivo algum, e o DM permite tal ação?

    Eu particularmente, exijo no mínimo, um bom motivo do personagem – e não do jogador -, com base na história e background para ele tentar uma ação desse tipo. E isso também implica no DM e jogador, levarem em conta a personalidade do personagem. Levanto estas duas questões no bom senso, o DM consegue impedir ou ao menos prever os prováveis conflitos entre PdM’s e jogadores.

    • Oi, Diego. Faz um tempo que esse episódio foi gravado, então não me lembro de minha opinião à época, mas minha opinião hoje é que eu, como GM, não posso dizer como o jogador deve agir. Ou seja, mesmo que ele queira fazer algo estúpido e descaradamente meta como tentar matar um NPC famoso só porque sim, eu não posso dizer “você não faz isso” nem “você faz isso”, pois o GM não controla os PCs, jogadores controlam os PCs. Se a conduta do PC é consistente ou não, novamente não cabe ao GM decidir.

      Isso quer dizer que o PC vai conseguir matar Elminster? Provavelmente não. Isso quer dizer que eu irei convidar aquele jogador para o jogo na semana seguinte? De novo, provavelmente não. Mas isso não quer dizer que o GM deveria agir como pai ou senhor dos jogadores — assumir isso implicaria assumir que o GM sabe o que deve ser feito e os jogadores, não (ou sabe “melhor” que os demais jogadores). O GM é só mais um outro jogador; nem pior, nem melhor que outrem.

Qual sua opinião? Comente!

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